PALESTRA:
No dia 19 de agosto de 2014, os licenciandos pibidianos do curso de química estiveram presentes na palestra realizada pelo PETciências, ministrada pelo professor Thiago Luchese, intitulada Fotossíntese Sintética. Tal palestra, trouxe para discussão, o que seria a fotossíntese sintética, porque seria importante investir nela, além de uma ampla discussão a cerca do tema. A fotossíntese sintética é feita através de um dispositivo desenvolvido por um químico dos Estados Unidos que produz energia a partir de luz solar e água. A invenção foi inspirada em processo realizado por plantas. Nunca uma fonte de energia limpa esteve tão associada ao termo ‘verde’. A invenção, que recebeu o apelido de ‘folha artificial’, é do químico estadunidense Daniel Nocera, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). O motivo da designação é que o dispositivo é capaz de converter luz e água em energia sem gerar poluentes, de forma semelhante ao que ocorre nas plantas no processo de fotossíntese. Diferentemente das células fotovoltaicas tradicionais, também conhecidas como células solares, a folha artificial não gera eletricidade diretamente a partir do sol. Ela utiliza a luz solar para quebrar moléculas de água (H2O). Os átomos de hidrogênio e oxigênio são então armazenados em uma célula combustível que poderá produzir energia elétrica imediatamente ou ser utilizada mais tarde. Fazer fotossíntese sintética, teria sido uma ideia que surgiu a partir do momento em que se viu que o desmatamento estava tomando proporções enormes, e sendo o petróleo um combustível fóssil e finito, seria de extrema importância criar algum mecanismo que pudesse fazer o mesmo papel que as árvores, além de evitar o gasto de combustíveis fósseis como o petróleo. Participar de palestras que tenham um enfoque a preocupação com o futuro, fazem parte dos objetivos dos pibidianos.
No dia 19 de agosto de 2014, os licenciandos pibidianos do curso de química estiveram presentes na palestra realizada pelo PETciências, ministrada pelo professor Thiago Luchese, intitulada Fotossíntese Sintética. Tal palestra, trouxe para discussão, o que seria a fotossíntese sintética, porque seria importante investir nela, além de uma ampla discussão a cerca do tema. A fotossíntese sintética é feita através de um dispositivo desenvolvido por um químico dos Estados Unidos que produz energia a partir de luz solar e água. A invenção foi inspirada em processo realizado por plantas. Nunca uma fonte de energia limpa esteve tão associada ao termo ‘verde’. A invenção, que recebeu o apelido de ‘folha artificial’, é do químico estadunidense Daniel Nocera, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). O motivo da designação é que o dispositivo é capaz de converter luz e água em energia sem gerar poluentes, de forma semelhante ao que ocorre nas plantas no processo de fotossíntese. Diferentemente das células fotovoltaicas tradicionais, também conhecidas como células solares, a folha artificial não gera eletricidade diretamente a partir do sol. Ela utiliza a luz solar para quebrar moléculas de água (H2O). Os átomos de hidrogênio e oxigênio são então armazenados em uma célula combustível que poderá produzir energia elétrica imediatamente ou ser utilizada mais tarde. Fazer fotossíntese sintética, teria sido uma ideia que surgiu a partir do momento em que se viu que o desmatamento estava tomando proporções enormes, e sendo o petróleo um combustível fóssil e finito, seria de extrema importância criar algum mecanismo que pudesse fazer o mesmo papel que as árvores, além de evitar o gasto de combustíveis fósseis como o petróleo. Participar de palestras que tenham um enfoque a preocupação com o futuro, fazem parte dos objetivos dos pibidianos.


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